CONSTRUA. SIMULE. APRENDA.Escolha um desafio, desenhe a arquitetura num canvas, simule tráfego e falhas, e receba avaliação de juízes de IA — na prática, como num laboratório de arquitetura.
Do problema à avaliação, em quatro passos.
De encurtador de URLs a feeds, mensageria em tempo real e geolocalização em escala.
Arraste componentes para o canvas e conecte fluxos de leitura, escrita e eventos.
Veja gargalos ficarem vermelhos sob carga e teste a resiliência com chaos engineering.
Juízes de IA dão nota, apontam riscos e ensinam como melhorar a solução.
Um laboratório completo de arquitetura, não uma prova teórica.
Desenhe sistemas distribuídos arrastando componentes e conectando fluxos — sem escrever código.
Estima latência (p50/p95/p99), throughput, gargalos, pontos únicos de falha e custo do seu desenho.
Injete quedas, latência e perda de pacotes e veja se a arquitetura sobrevive — com score de resiliência.
Múltiplas perspectivas (escalabilidade, confiabilidade, segurança) avaliam e dão feedback acionável.
Compare sua solução com outras pessoas por problema — desempate por simplicidade e custo.
Acompanhe sua evolução, pontos fortes e o que desenvolver ao longo dos desafios.
Três dimensões avaliadas por juízes de IA, sustentadas pelos padrões e trade-offs que você pratica em cada desafio.
Se você quer pensar em sistemas — e não só em código — este é o seu lugar.
Pratique trade-offs e justifique decisões de arquitetura como numa entrevista real de System Design.
Saia do CRUD: entenda escala, gargalos, falhas e custo desenhando sistemas de verdade.
Aprenda fazendo, com feedback na hora — sem precisar montar nenhuma infraestrutura.
Do fácil ao difícil — crie sua conta para resolver.
Não. Você projeta visualmente, arrastando componentes e conectando fluxos no canvas — nenhum código é necessário.
Após simular, juízes de IA analisam o resultado por três dimensões — escalabilidade, confiabilidade e segurança — e devolvem nota, riscos e recomendações acionáveis.
Não. Roda 100% no navegador. Crie uma conta e comece a projetar.
Sim. Você pode resolver os desafios e simular quantas vezes quiser.
A simulação é um modelo determinístico para fins de aprendizado (latência, throughput, gargalos, SPOF, custo), não uma medição de produção. O foco é praticar os trade-offs corretos.
Sim. A plataforma treina exatamente o que uma entrevista avalia — esclarecer escopo, justificar trade-offs e adaptar o design — só que com simulação e feedback objetivos a cada tentativa.
Não. Duas arquiteturas bem diferentes podem pontuar bem se o raciocínio e os trade-offs forem sólidos. O que importa é como você pensa, não decorar um diagrama único.
Comece esclarecendo os requisitos do cenário (leitura x escrita, pico de tráfego, restrições). No canvas, parta do nó de Entrada e vá do simples ao detalhado — adicione complexidade só quando um requisito justificar.
Identifique o tipo do sistema pelo perfil de tráfego do desafio: read-heavy pede cache/CDN e baixa latência; write-heavy pede throughput e durabilidade; tempo real pede latência e garantias de entrega; data-heavy pede modelagem e consistência; e cenários de falha pedem resiliência.
Confundir complexidade com qualidade. Sharding, microsserviços e filas só ajudam quando há um requisito que os justifique — caso contrário, viram custo e fragilidade. Ganhe complexidade aos poucos, amarrada a uma necessidade real.
Sim. Designs que colapsam sob estresse perdem pontos. Use o Chaos Testing para injetar quedas e latência e verifique se a arquitetura sobrevive — redundância, timeouts, retries e DLQ existem para isso.
Não busque perfeição. Uma arquitetura razoável, explicada com trade-offs honestos e que aguenta o pico e as falhas, já é uma boa solução. Repetir o mesmo desafio e refinar vale mais do que resolver muitos uma vez só.
Crie sua conta grátis e resolva seu primeiro desafio agora.
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